Atenção!!!
Depois de muito lutar pra conseguir um visual de blog legal, eu simplesmente desisti da uol...
Mudei para
http://sonurno.blogspot.com/
Escrito por Fah às 17:07
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Nova companheira
A Kyra precisava de muito mais espaço do que a minha casa podia oferecer, então acabei dando-a de presente pra um amigo (o Wan!), o q me doeu bastante... Aí teve o sumiço do Petit (q graças a Deus voltou, 1 mês e 21 dias depois)... Mas enquanto o Petit não voltava, eu fiquei sozinha demais em casa.
Um dia, indo no DB da ponta negra, vi uma certa cadelinha meio maltratada na feira de animais (fica no estacionamento). Me apaixonei. Orelhuda, com cara de "me adota" e muito, muito meiga. Como eu não tinha nenhum tostão furado, fiquei com ela no colo o máximo q eu pude, peguei o telefone da mulher e fui pra casa.
Dias depois eu liguei e propus um escambo: trocar uma máquina fotográfica profissional (e mais três lentes intercambiáveis) pela cadelinha e mais um macho. A dona topou. E a Nina foi pra casa. Fiquei no lucro. Desde que ela chegou, a Nina só me dá alegria.

O Guido (o macho) vem pra casa logo, logo. Enquanto isso, agora são dois "filhos" loucos pra me fazer companhia. A Nina e o Petit.
Cachorro é tudo de bom.
Escrito por Fah às 01:42
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Tributo a um velho jornaleiro
(crônica publicada no jornal "A crítica" há alguns anos)
Já se vão quase dez anos que inauguramos nossa clínica. O bairro não era como é hoje; mudou demais nestes últimos anos. Mas acreditamos e montamos uma clínica na Avenida Brasil; ela aos poucos tornou-se maternidade com um Centro Médico. Até hoje estamos lá e têm nascido muitas crianças para a nossa alegria.
Alegria. Toquei num ponto ao qual quero chegar: alegria. E lembro com saudade de um homem que tive a felicidade de conviver por todos esses anos e transpirava alegria por todos os poros: Seu Erasmo, meu jornaleiro. Sempre bem-humorado, entregava meu jornal “A Crítica” cotidianamente na recepção da clínica. Era uma época em que eu atendia na portaria e o jornal era entregue nas minhas próprias mãos. Seu Erasmo, além de chegar cantando, sempre velhas canções, ainda contava alguma piada e fazia a clientela soltar doces gargalhadas.
Causava-me perplexidade o jeito daquele homem de vestes humildes que ao falar comigo emitia uma fina educação, quase um “gentleman”, uma fineza própria de homens de um certo nível cultural pelo menos mediano, enfim, um homem fino. E por quase uma década, pela manhã, era tudo do mesmo jeito.
Por várias vezes recusei a assinatura do jornal por um “compromisso” com aquele jornaleiro, brasileiro, sofrido, porém feliz.
Nada ou quase nada sabia do Seu Erasmo, quero dizer, da sua vida particular. Era muito conhecido pelos arredores dos bairros de “Santo Antônio”, “Vila da Prata”, “São Jorge” e adjacências.
Um dia não chegou o jornal e por dias sucedeu-se o mesmo. Estranhei. Passei um bom tempo sem ler jornal.
Outro dia apareceu outro jornaleiro e perguntei pelo seu Erasmo. O outro jornaleiro deu-me a notícia de seu falecimento, segundo o mesmo, acometido de um derrame cerebral. Entristeci. Outras pessoas andaram confirmando sua morte. Entristeci de novo.
Parodiando o grande poeta Manuel Bandeira, imagino seu Erasmo entrando no céu: “- Licença, São Pedro?” e São Pedro bonachão:
“- Pode entrar, Erasmo, você não precisa pedir licença”.
Liége de Almeida Farias Diretora Administrativa da “Clínica e Hospital Santa Maria”. Bacharela em Letras pela Universidade do Amazonas.
O velho jornaleiro se chamava Erasmo Freire de Oliveira. Meu pai.
Escrito por Fah às 04:52
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Figurinhas...
Escrito por Fah às 03:47
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AAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHH
O PETIT VOLTOU PRA CASA!!!
(vai ter até cachorro quente pra comemorar)
Escrito por Fah às 21:04
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Formatura!!!
Eis o discurso que eu proferi na noite da minha colação de grau.
Ilustríssimo Professor David Lopes Neto, Diretor da Escola de Enfermagem de Manaus.
Ilustríssima Professora Neuza Maria Corrêa de Paula, Coordenadora do Curso de Enfermagem.
Ilustríssimo Professora Lindalva Leonor Riker, nossa querida Paraninfa.
Ilustríssima Professora Alaidistânia Aparecida Ferreira, de quem nossa turma honrosamente herda o nome. Demais professores da Escola de Enfermagem de Manaus, queridos familiares e amigos, estimados colegas formandos do curso de Enfermagem, Senhoras e Senhores.
Hoje falo em nome de minha turma e para a minha turma.
A primeira vez que esta turma se viu foi em fevereiro de 2003, no dia da recepção dos calouros e matrícula, no campus. Parece que faz tanto, tanto tempo!!! De lá até hoje, foram muitas horas em sala de aula, dentro de um hospital, em uma UBS, outras tantas noites de cara nos livros, muita roupa branca, fila do RU, na xerox, na Biblioteca... alguns colegas desistiram, outros se achegaram, fizemos novos amigos, vimos nascer o Gustavo, o Arthur, a Isabela... Houve desentendimentos e reconciliações. Nos últimos quatro anos pelo menos, nossa vida girou ao redor do curso de Enfermagem.
E nesse tempo, foram as nossas decisões que nos fizeram chegar até aqui. As pequenas decisões e as grandes, desde a hora que marcamos a opção no vestibular até a entrega do relatório do internato rural... nós não desistimos, apesar de em alguns momentos isto ter sido muito... tentador. Nós chegamos até o final.
Então, caros formandos, hoje, vocês, nós, merecemos ser celebrados. Nós merecemos ser comemorados. Hoje é a noite da nossa vitória, em que cada noite mal dormida em cima de um livro, cada lágrima e cada riso ganham sentido, valeram a pena.
Mas não chegamos aqui sozinhos. Por isso, hoje também é noite de agradecer. A Deus, nossa fortaleza, a nossa gratidão. À família, pelo apoio e presença, obrigada. À comissão de formatura, que tornou essa noite possível, muito obrigada. Estamos gratos pelos relacionamentos que ficaram pra trás, e mais gratos ainda pelos amigos que persistiram... Felizes pelas crianças que nasceram, aplaudindo os professores que nos serviram de exemplo... Gratos pelas experiências vividas, gratos também pelo relacionamento dentro da nossa própria turma – às vezes turbulento, às vezes tranqüilo. Nossa turma foi especial, sim. Deixamos uma marca na Escola de Enfermagem de Manaus.
Por trás de cada atitude existe uma motivação. A bíblia coloca assim: onde está o teu tesouro, aí está o teu coração. Hoje fica a pergunta: onde está nosso tesouro? O que nos motiva? Que não seja o dinheiro. Ai dos nossos clientes se esse é o nosso maior objetivo. Que também não seja o status. Status e dinheiro são conseqüências do trabalho que oferecemos, não um fim neles mesmos.
Esta noite quero lembrar a cada um de nós, formandos, que na Enfermagem a capacidade de ser humano é tão importante quanto a habilidade técnica e o conhecimento científico. E do mesmo modo que estes outros saberes, melhorar como ser humano também exige trabalho, exige empenho de cada um de nós.
Que enquanto nos esforçamos para crescer como profissionais, nos esforcemos também para sermos melhores pessoas. Em vez de sermos chefes, que nos tornemos bons líderes. Que sejamos pessoas mais dignas. Mais capazes de nos compadecer com a dor do outro, de tratar o outro com o respeito que lhe é devido pelo simples fato de ser... humano.
Por que para esses outros seres humanos, a quem cuidaremos diariamente, para eles no fundo não importará quantos títulos nós temos, ou quanto dinheiro se ganha. No final de cada dia de trabalho, o que de fato importará é se fomos capazes de aliviar a dor e o sofrimento dos nossos clientes, em quê fizemos a diferença. Cuidar: este é o fim, o objetivo de ser – de se tornar – Enfermeiro.
Não nos tornamos enfermeiros essa noite, mas durante cada dia passado dentro da faculdade – quatro anos! Que nunca nos esqueçamos deste tempo bom. E de hoje em diante, sejamos motivo de orgulho para a nossa profissão.
Turma de Enfermagem de 2006, parabéns!!!
Escrito por Fah às 15:45
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http://ibdpi.blogspot.com/
Escrito por Fah às 15:04
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Pequenas coisas
Eu quero dizer...
Que petit gateau é uma das melhores invenções já criadas... Que ser traído dói, mas a gente sobrevive; Que o Vasco é bom, podre é o nosso cartola... Que Enfermagem é linda, mesmo quando paga mal...
E também...
Emagrecer é um pequeno milagre, quase coisa de gente escolhida... TPM é um fato, melhor se conformar... O cara q invetou a coca-cola merece uma estátua bem grande em praça pública... Sushi, sashimi e yakisoba deviam ser vendidos na rua que nem churrasquinho de gato - uma banca em cada esquina...
Pessoas disciplinadas o suficiente para começar e permanecer na academia são admiráveis – eu quase as invejo! Ler muitas vezes é mais divertido q ver tv - quem lê mesmo não concorda?! E o Brasil, mesmo com tudo de ruim, ainda é o melhor país pra se viver - viva ser brasileiro. E viva ser mulher - poder pensar e resolver três, quatro, cinco coisas ao mesmo tempo; poder dar a luz (privilégio supremo!); poder estudar; ser forte mesmo sem ter tanta força física; ser bonita... ser capaz de seduzir, de mudar... ser feminina, diferente e equivalente ao homem.
Escrito por Fah às 18:14
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Sobre a violência de um (ou vários) roubo(s)
Em Fortaleza...

Param a gente na rua, já perto do condomínio onde eu estava hospedada. Dois caras de bicicleta: “Passa tudo, passa tudo”. “Não grita, se não apanha”. “Vamos, dá a bolsa”. “Não esconde nada, não esconde nada”.
As mãos do cara se metendo nos meus bolsos, na minha roupa, buscando mais para roubar. A Denise já tinha se mijado, literalmente. E jogado o celular longe. Eu, estranhamente calma: “moço, só preciso dos meus documentos”. Eles: “se gritar apanha”. Eu: “por favor, deixa eu pegar meus documentos”. Eles: “a gente joga lá na frente”. Claro que não jogaram.
Na hora, eu não senti nada (hora?? que hora, que nada! Isso tudo durou uns 5 minutos)... Quer dizer, não senti o esperado: medo, raiva, etc. Só tomei o choque meia hora depois. Cinco minutos de choro... e a conformação automática de ter q retirar todos os documentos, cancelar todos os cartões... e ficar sem celular um bom tempo. Questão resolvida.
Em Manaus...
O Petit saiu na rua um minuto. Um minuto. A porta ficou aberta o tempo de eu entrar em casa e, deixar alguma coisa e voltar, pra sair. E aí, quando eu chamei pelo Petit, ele não estava mais lá. Subi e desci a rua chamando por ele. Dei a volta no quarteirão, no bairro, atrás dele. Bati na casa dos vizinhos. Fui na praça, entrei nos becos. E não mais o achei. E quanto mais eu chamava, mais o tempo passava, mais aumentava o meu desespero. “Meu Deus, cadê meu cachorro?” e um medo desgraçado, gigantesco.
Não teve violência como o roubo em Fortaleza, mas terem levado o Petit me doeu muito mais. Me deixou com uma sensação de impotência, de querer cobrar de alguém, bater em alguém, e a raiva de não poder fazer nada.
Em casa só era eu e ele, puts. Ele era minha companhia. A casa ficou meio vazia, a bolinha dele ainda perambulando pelo chão. Só consegui tirar a vasilha de comida no dia seguinte. Agora, todo latido de cachorro pequeno me deixa sobressaltada. Eu pulo do sofá, corro pra rua, na esperando de ser ele. Alguém bate na porta, é a mesma coisa: eu a abro ansiosa, na expectativa que seja alguém com ele no colo, com a frase mais feliz q eu poderia ouvir esse ano: “achei seu cachorro”... fico pensando se ele está bem, se sendo bem alimentando, se está apanhando...
Escrito por Fah às 12:55
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Queridos amigos... Sábado, dia 24 de Fevereiro, o Messias pediu a minha mão pra minha mãe.

Eu tow muito feliz.
Escrito por Fah às 11:50
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Sobre Beleza
Hoje eu vou falar sobre beleza. A foto q eu publiquei no último post levou alguém a me chamar de "feia de dar dó", o q originou esta reflexão (e tb me levou a tirar a foto que estava no post, se vcs notaram).
Primeiro, a cada um é dado o direito de pensar o que quiser. Até q eu sou feia, hehehe. A constituição americana defende isto com unhas e dentes - o direito da livre expressão. É bobagem tentar se defender da opinião alheia. A gente mesmo pensa muita coisa ruim sobre outras pessoas, e no fundo, é muito difícil que alguém mude a nossa opinião sobre outrem.
A questão, então, são os critérios por detrás da nossa opinião. Você pode não perceber, mas quando emite uma opinião sobre alguém, o faz baseado em certos padrões, é até inconsciente. Temos critério pra tudo, inclusive para avaliar o nível de beleza de alguém - especialmente das mulheres. Então o que é ser bonita?
Ser bonita é ser magra? É ser malhada? É ser simétrica? É ser branca? É ter o cabelo longo? Ou liso? É andar bem vestida? Ser bonita é o conjunto? E quem determina o padrão? O nariz afilado é mais bonito que o redondinho? Sim, pq se há um padrão de beleza, alguém o determinou. Quem determinou o seu? E o meu?
Em parte, o meu foi aprendido do que eu vejo na televisão, na mídia. Não tenho problema de o admitir. Acho o Rodrigo Santoro a perfeição em pessoa (ai, Messias, fica bravo não). Meu padrão de beleza também veio de algumas experiências de vida. Tenho certa dificuldade com homens negros e gordos pq tive um namorado assim q me perseguiu, foi terrível. Fiquei meio com trauma. É automático e inconsciente, mas quando me percebo julgando alguém q se encaixa na descrição, me obrigo a parar com isso. De qualquer modo, o padrão de beleza da gente sempre vem de algum lugar.
E sempre resulta em uma (re) ação da nossa parte, em uma atitude. Em geral, rejeita-se alguém por não ser bonito. Ou fica-se mais propenso a gostar de alguém que achamos belo. Não tem jeito. Ai, quantas vezes comentei com alguém a feiúria de outra pessoa!? "cara, fulano é muito feio/gordo/desleixado"...
A velha Bíblia tem algo a dizer sobre isso.
Enganosa é a graça, e vã a formosura, mas a mulher que teme ao Senhor, essa será louvada.
A tradução correta seria beleza é o vazio do pote, porquê "vazio do pote" é a expressão no original que em português traduzimos com vaidade ou coisas vãs. Em outras palavras, beleza é bobagem. Não se choquem. Mas beleza é uma grande bobagem.
O que não me impede tentar ser mais bonita. De fato, eu gosto do que vejo no espelho a maioria dos dias. Bem que gostaria de perder uns quilos e essa bendita barriga. O cabelo hoje tá beleza, está do jeito que eu gosto, devidamente alisado e chapeado, hehehe. Mas eu me recuso a deixar que ser bonita se torne uma prioridade na minha vida. Prefiro gastar tempo aprimorando meu caráter, e o meu relacionamento com Deus. Isso sim, vai me render elogios verdadeiros. A Bíblia o promete, então é verdade.
E o Messias me acha linda, então tá bom, né?
Escrito por Fah às 14:48
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Sobre viajar
Faz muito, muito tempo q não saio do Amazonas. E nunca tinha
vindo ao Ceará, mesmo sendo descendente de cearense. Então essa visita ao Ceará
está sendo muito significativa pra mim.
Primeiro, o impacto do clima (que aqui não é tão úmido) e do
custo de vida. Verduras e frutas aqui se vendem aos centavos. Boas calças jeans
por 29 reais. Tamanco de couro, 20 reais. Pode-se comprar uma casa com 5 mil
reais, e não estou falando de um barraco. A energia minha tia pagou
esse mês 28 reais. É quase inacreditável. Me disseram que na mesma
proporção em que as coisas são baratas é difícil ganhar dinheiro, mas essa parte
eu ainda não vivi de verdade.
Depois, a facilidade de locomoção. Minha mãe decidiu em um dia
vir, e no outro já estava em Fortaleza (ela veio de Natal). Pegamos um ônibus
por 20 reais e fomos para o interior. Em 4 horas chegamos a Jaguaruana, que é
longe a beça de Fortaleza. Manaus é uma ilha em terra. Toda viagem tem que ser
bem planejada, primeiro por que é caro, segundo por que é longe. Só se sai de
avião (o "caro") ou de barco ("o longe"). Tem idéia do que é passar cinco dias
viajando pra chegar em outro lugar?? Essas coisas me incomodam. A limitação de
viver em Manaus e o custo me incomoda muito. Aqui a coisa toda fica mais
evidente ainda.
Tem também o Messias. Ficar longe dele não está sendo nada fácil
- estou apaixonada, ele também. Especialmente pelo momento em que estamos
vivendo no relacionamento, esse início, quando é tão importante firmar os laços.
Eu tow orando muito.
E agora eu conheci toda uma banda da minha família q não tinha
nem idéia de como era. A banda cearense que ficou na terra, que não migrou pro
Norte. O povo aqui é muito hospitaleiro. Eles nos recebem com algumas
expectativas - minha mãe aqui é quase uma celebridade. Estou ouvindo histórias
de família e vendo minha mãe falar coisas totalmente surpreendentes. Nesse
sentido tá valendo muito a pena. Mas pow, quatro dias de férias e ainda não fui
uma única vez ao mar!!! Ai, ai, ai.
Escrito por Fah às 18:16
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E tb...
Conheçam a Esther, uma amiga q sempre segura minhas pontas. Bicho, se toda vez q ela demonstrasse amor por mim ganhasse 10 centavos, tava com uma bela poupança no banco... Acho q ela tá acumulando no céu, só pode.

Escrito por Fah às 17:31
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Então...
Conheçam o Carlos Messias Barros Saraiva, um amigo de infância que acabou de voltar pra minha vida, pra me ajudar num momento q eu tava precisando muito.

Escrito por Fah às 17:12
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A música do Zeca Baleiro consegue explicar direitinho como ando me sentindo esses dias.
Flor da Pele

Ando tão à flor da pele, Que qualquer beijo de novela me faz chorar Ando tão à flor da pele, Que teu olhar "flor na janela" me faz morrer Ando tão à flor da pele, Que meu desejo se confunde com a vontade de não ser Ando tão à flor da pele, Que a minha pele tem o fogo do juízo final
(...)
Escrito por Fah às 01:39
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